Neokasteyano

Versões anteriores de Neocasteyano

 

Necasteyano2010:

 

As 29 grafias do castelhano atual:
A B C CH D E F G H I J K L LL M N Ñ O P Q R S T U V W X Y Z

As 29 do neocasteyano 2010:

A B C (CH) D E F G I J K L Y M N Ñ O P R (RR) S T U X Â Ê Î Ô Û

Os sons do neocasteyano 2010:

A
 A longa.
B desaparece o V.
C - continua a ser usada, mas o seu som é sempre o de cinza no neocasteyano CENICA. O som depende do país onde é usado, mas como estamos a fazer de uma forma científica, será apenas o som usado no castelhano padrão em Espanha. Em breve colocarei um som para ouvir.
(CH) - O che deve usar uma única grafia, por isso não sei se existirá alguma grafia em algum idioma que represente este som para usar em vez de inventar uma nova. O ch é um som, depois uma grafia, não duas.
D
E
Ê E longa.
F
G
- continua a ser usada, mas só com o som de gato, "ga ge gi go gu" e não "ga gue gui go gu".
I - Representa o som i de "idea" e o de "y" (i grega), que deixaria de existir. Em vez de "pan y miel" seria "pan i miel". Isto não é nada revolucionário, pois já foi usado no início do século com a língua catalã.
Î I longa.
J - continua a ser usada, mas só com o som de José: ja je ji jo ju (como diria Moriarti). Isto em palavras inglesas elimina os sons HO HE HI HO HU e também no japonês.
K - continua a ser usada, mas só para o som de quiosque: ka ke ki ko ku. "Kiero komer cerdo".
L - continua a ser usada para dizer "libro" ou "letra".
Y (LL) - É um som, por isso teria que usar outra grafia, porque não a i grega. Yave, iodo: "esto está yeno", soam igual, mesma grafia.
M - Mantemos. Mano, mantekilla.
N - Nada, nadie.
Ñ - Continua a ser usada. Os amantes do ñ devem estar contentes, porque o ñ é uma letra autóctone do castelhano e, além de ser um som, ñoño, comprime duas letras que usam outras línguas como o catalão "Espanya" ou o inglês "canyon". Também será útil na neocasteyanização do japonês.
O - Mantém-se. Objeto.
Ô O longa.
P - Pressiona para continuar.
R - Usa-se, mas só quando forem palavras com um único R: "cartera", "cortijo".
RR - Na verdade poderia ser buscada uma grafia nova para esta letra, mas os que colocaram há algum tempo o das 2 RR fizeram com muita graça, porque é um R que continua: RR "carro". O que não sei é se, no início da palavra, quando soar RR, deveria colocar RR ou seguir as normas atuais de um único R.
S - Sebiya, Serbiyeta (que estranhas vejo estas palavras usando o novo alfabeto).
T - Tabla, taladro.
U - Unibersal, unidad.
Û - U longa.
V - Desaparece.
W - Desaparece o W; usa-se gui (guiski - whisky), gua (guater - water), gue (guelkom - wellcome).
X - Embora pudesse desaparecer, "Xilófono" poderia dizer-se perfeitamente "silófono", mas há palavras como êxtase que não se pronunciam "'estasis", mas soam "cs".

 

VOGAIS ALONGADAS:

Adiciono-as como melhoria de 2010, para o novo uso do neocasteyano no japonês; ver seções de japonês e neocasteyano. Importante: não é o mesmo uma vogal longa que duas vogais iguais. Por exemplo, álcool (alcool) não se pode escrever (alcôl), pois uma são dois "o" e a outra é um "o-" longo.

â = a longa

ê = e longa

î = i longa

ô = o longa

û = u longa

Vogais entre aspas para falar delas:

Exemplo: A letra "a" usa-se para palavras como kasa.

DESAPARECIMENTO DA LETRA H:
A letra h não tem nenhum sentido num castelhano atual. Segundo a evolução da língua desde o latim e o romance, teve funções sonoras, mas hoje em dia a sua única função é lembrar que existiu. No entanto, há pessoas que pronunciam o h intercalado como uma espécie de pausa ou continuação de vogal, álcool -> "alcool", mas quase toda a gente diz "alcol". Este é outro dos pontos que não tenho claros; suponho que um bom linguista saberia dizer-me se se deve pronunciar "alcool" ou "alcol", e conforme seja, escrever-se-á alcol ou alcool.

DESAPARECIMENTO DAS DIÉRESIS:
Não são necessárias, já que palavras como pinguino serão escritas como soam: pinguino, e as que se escrevem sem pronunciar o u intercalado, guisante -> gisante.

A ACENTUAÇÃO:
A acentuação no castelhano é algo muito interessante, pois sabes, seguindo umas normas, como se pronuncia uma palavra escrita em todo momento. Algo que faltam línguas tão importantes como o inglês. Em princípio, creio que no neocasteyano pode perfeitamente seguir as normas de acentuação atuais. Poder-se-ia pensar que se deveria acentuar todas as sílabas que fossem "fortes", mas a verdade é que, como está feito o castelhano, a acentuação não é necessária em mais de 60 ou 70 % das palavras, com o que economizamos tempo de escrita. Também se mantém a acentuação para diferenciar umas palavras das outras.

SINAIS DE EXCLAMAÇÃO E INTERROGAÇÃO:
Outra coisa que há que manter, creio eu, porque ao contrário de outros idiomas, o castelhano indica começo e fim de uma oração exclamativa ou interrogativa, coisa que ajuda à sua boa pronúncia tonal. No entanto, de forma coloquial pode usar-se só a exclamação ou interrogação final com o fim de economizar tempo de escrita, sobretudo em frases curtas... nooo!!!! o quê?

MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS:
As maiúsculas e minúsculas mantêm-se, mas pode usar-se MAIÚSCULAS para:

FALAR GRITANDO!!

Nomes próprios e de lugares.

Neocasteyano 2000:

Criado no ano 2000, foi o primeiro.

Um som, uma grafia.

O alfabeto atual:
A B C CH D E F G H I J K L LL M N Ñ O P Q R RR S T U V W X Y Z

Um possível novo alfabeto:

A - continua a ser usado.
B - continua a ser usado; desaparecerá o v, já que não é necessário e obriga a aprender duas grafias para um mesmo som.
C - continua a ser usado, mas o seu som é sempre o de cinza. O som depende do país onde é usado, mas como estamos a fazer de uma forma científica, será apenas o som usado no castelhano padrão em Espanha. Em breve colocarei um som para ouvir.
(CH) - O che deve usar uma única grafia, por isso não sei se existirá alguma grafia em algum idioma que represente este som para usar em vez de inventar uma nova. O ch é um som, depois uma grafia, não duas.
D - continua a ser usado.
E - continua a ser usado.
F - continua a ser usado.
G - continua a ser usado, mas só com o som de gato: "ga ge gi go gu" e não "ga gue gui go gu".
H - elimina-se... é uma letra desnecessária. Talvez se poderia respeitar em palavras que devam ser diferenciadas, embora já existam muitas palavras que, mesmo escritas iguais, têm significados diferentes.
I - representa o som i de "idea" e o de "y", que deixaria de existir. Em vez de "pan y miel" seria "pan i miel". Isto não é nada revolucionário, pois já foi usado no início do século com a língua catalã.
J - continua a ser usado, mas só com o som de José: ja je ji jo ju (como diria Moriarti).
K - continua a ser usado, mas só para o som de quiosque: ka ke ki ko ku. "Kiero komer cerdo".
L - continua a ser usado para dizer "libro" ou "letra".
Y (ll) - é um som, por isso teria que usar outra grafia, porque não a i grega. Yave, iodo: "esto está yeno", soam igual, mesma grafia.
M - mantemos. Mano, mantekilla.
N - nada, nadie.
Ñ - continua a ser usado. Os amantes do ñ devem estar contentes, porque o ñ é uma letra autóctone do castelhano e, além de ser um som, ñoño, comprime duas letras que usam outras línguas como o catalão "Espanya" ou o inglês "canyon".
O - mantém-se. Objeto.
P - pressiona para continuar.
Q - desaparece... por não ser necessário, temos o k.
R - usa-se, mas só quando forem palavras com um único R: "cartera", "cortijo".
RR - na verdade poderia ser buscada uma grafia nova para esta letra, mas os que colocaram há algum tempo o das 2 RR fizeram com muita graça, porque é um R que continua: RR "carro". O que não sei é se, no início da palavra, quando soar RR, deveria colocar RR ou seguir as normas atuais de um único R.
S - Sebiya, Serbiyeta (que estranhas vejo estas palavras usando o novo alfabeto).
T - tabla, taladro.
U - unibersal, unidad.
V - desaparece.
W - na verdade não sei se deveria desaparecer ou não... porque quando dizes Whisky, parece que dizes guiski ou algo assim... não sei se se poderia considerar uma única grafia ou uma composta...
X - embora pudesse desaparecer, "Xilófono" poderia dizer-se perfeitamente "silófono", mas há palavras como êxtase que não se pronunciam "'estasis", mas soam "cs".
Y - pode representar o som de iodo ou yave...
Z - desaparece por ser igual ao C... ou talvez poderíamos fazer desaparecer o C e que se usasse o z, mas bem, por convenção usarei o C e não o Z. Em vez de "zapatilla" -> "capatiya". 

DESAPARECIMENTO DA LETRA H:
A letra h não tem nenhum sentido num castelhano atual. Segundo a evolução da língua desde o latim e o romance, teve funções sonoras, mas hoje em dia a sua única função é lembrar que existiu. No entanto, há pessoas que pronunciam o h intercalado como uma espécie de pausa ou continuação de vogal, álcool -> "alcool", mas quase toda a gente diz "alcol". Este é outro dos pontos que não tenho claros; suponho que um bom linguista saberia dizer-me se se deve pronunciar "alcool" ou "alcol", e conforme seja, escrever-se-á alcol ou alcool.

DESAPARECIMENTO DAS DIÉRESIS:
Não são necessárias, já que palavras como pinguino serão escritas como soam: pinguino, e as que se escrevem sem pronunciar o u intercalado, guisante -> gisante.

A ACENTUAÇÃO:
A acentuação no castelhano é algo muito interessante, pois sabes, seguindo umas normas, como se pronuncia uma palavra escrita em todo momento. Algo que faltam línguas tão importantes como o inglês. Em princípio, creio que no neocasteyano pode perfeitamente seguir as normas de acentuação atuais. Poder-se-ia pensar que se deveria acentuar todas as sílabas que fossem "fortes", mas a verdade é que, como está feito o castelhano, a acentuação não é necessária em mais de 60 ou 70 % das palavras, com o que economizamos tempo de escrita. Também se mantém a acentuação para diferenciar umas palavras das outras.

SINAIS DE EXCLAMAÇÃO E INTERROGAÇÃO:
Outra coisa que há que manter, creio eu, porque ao contrário de outros idiomas, o castelhano indica começo e fim de uma oração exclamativa ou interrogativa, coisa que ajuda à sua boa pronúncia tonal. No entanto, de forma coloquial pode usar-se só a exclamação ou interrogação final com o fim de economizar tempo de escrita, sobretudo em frases curtas... nooo!!!! o quê?

continuará... ou não.